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Moby Dick - Herman Melville
Moby Dick é um romance do autor americano Herman Melville. O nome da obra é o do cachalote enfurecido, de cor branca, que havendo sido ferido várias vezes por baleeiros, conseguiu destrui-los todos. Originalmente foi publicado em três fascículos com o título de Moby-Dick ou A Baleia em Londres em 1851, e ainda no mesmo ano em Nova York em edição integral. O livro foi revolucionário para a época, com descrições intricadas e imaginativas das aventuras do narrador – Ismael, suas reflexões pessoais, e grandes trechos de não-ficção, sobre variados assuntos, como baleias, métodos de caça às mesmas, arpões, a cor branca (de Moby Dick), detalhes sobre as embarcações e funcionamentos, armazenamento de produtos extraídos das baleias. O início de uma grande amizade A história começa quando Ismael resolve trabalhar na marinha mercante, se instalando na hospedaria “O espiráculo”, onde conhece Queequeg, o seu melhor amigo. Embarcam no navio The Pequod, mas antes Ismael recebe um aviso de um homem velho que o capitão, conhecido como Ahab, é louco e muito se compara com o diabo e seu navio, como o inferno. Ahab possui “demônios”. E também anuncia que tem um único e vedadeiro ódio: a baleia Moby Dick. Bom, Ismael se alista no navio e quando dá o seu primeiro olhar fica espantado: o navio parecia estar virando baleia. Descobre que o capitão perdeu uma perna pela mordida do monstro, aí está a resposta de seu ódio. Hora de partir A viagem começa. 3 longos anos de ralação à bordo de um navio com um capitão que dizem ser louco e que possui demônios ao seu dispor. Não eram realmente demônios, mas braços direitos, tripulantes que ainda ninguém conhecia: um grupo de filipinos mercenários misteriosos que só eles. Starbuck, homem sábio pertencente da religião Quacre muitas vezes tenta convencer o velho louco Ahab que Moby Dick é um animal irracional: - Mas senhor, culpar um animal por um erro que cometeu por puro instinto?! As relações de Ahab e Starbuck são amizade e ambição, um quer ser melhor que o outro e mandar na tripulação. Vários incidentes ocorrem com esses dois, inclusive o incidente de Starbuck querer matar Ahab. A batalha entre razões A hora da batalha entre a razão humana e animal começa. O Pequod é destruído e só o destino promoveu vida ou morte, vitória ou perda para Ahab e Moby Dick. Ismael foi o único sobrevivente e não tem mais nenhuma atração em voltar ao mar à procura de baleias, aventura e confusão novamente. Curiosidades A baleia era branca e imensa, era repleta de arpões em seu corpo, sua mandíbula era torta em forma de um arco Ahab, durante a primeira batalha, tinha fincado um arpão no dorso de Moby Dick, daí veio-lhe a idéia de arrancar a perna do capitão. Pip, o cozinheiro do Pequod exerceu um importante papel quando o navegador da baleeira machucou a mão: dirigiu a baleeira, portanto, todas as tentativas fracassaram. O nome do estranho velho no começo da história é Elias, como o nome do profeta que prevê o futuro. Foi produzido um filme sobre o romance, dirigido por John Houston. Herman Melville foi um marujo da marinha mercante. O livro poderia ter sido um relato de aventura ou um testemunho. A obra Moby Dick, de Herman Melville deu nome ao artista de música eletrônica Richard Melville Hall “Moby” em referência ao parentesco entre o autor da obra e o músico. A baleia deu origem ao acontecimento do desfecho da história. O arpão que acertou a Baleia era sem ponta. Existem rumores, na trama do livro, que Ahab mesmo possuía um filho, que teve depois de velho segundo o imediato Starbuck. Este também relata que tinha um filho e era por ele e por sua esposa que mais queria voltar para terra – fica tentando amedrontar Ahab sobre maus presságios, maus agouros, que Deus está os desviando da viagem.
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Autor: Herman Melville
Enviado em: 15/06/09, 20:31
Por: ceica.ssa
Categorias: Biblioteca, Romance Estrangeiro
Tags: Herman Melville
