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	<title>Arca Literária &#187; História</title>
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		<title>*Historia da Literatura Ocidental (7 arquivos)</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 15:50:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ceica.ssa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Editor: Senado Federal/Conselho Editorial Ano: 2008 Descrição de conteúdo: Esta obra monumental, composta por quatro volumes, é uma das mais importantes obras publicadas no Brasil no século XX. O jornal Folha de São Paulo, ao findar o século passado, reuniu vários especialistas para escolher as cem melhores obras de não-ficção do século XX. A História [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Editor: Senado Federal/Conselho Editorial</p>
<p>Ano: 2008</p>
<p>Descrição de conteúdo: Esta obra monumental, composta por quatro volumes, é uma das mais importantes obras publicadas no Brasil no século XX. O jornal Folha de São Paulo, ao findar o século passado, reuniu vários especialistas para escolher as cem melhores obras de não-ficção do século XX. A História da literatura ocidental de Carpeaux alcançou o 18o lugar. É uma obra fundamental da bibliografia literária e da cultura brasileira. Vários estudiosos a ela se acercaram não apenas para conhecer a fundo o percurso de homens, livros, movimentos literários, mas também para compreender a história das idéias no mundo ocidental. Só como compêndio da literatura universal já justificaria sua terceira edição, com acréscimos e dados informativos que não compunham as outras edições. É que a História da literatura ocidental é um dos livros para entender um dos teóricos da civilização brasileira que foi o austro-brasileiro Otto Maria Carpeaux.</p>
<p>No primeiro volume de sua História da Literatura Ocidental, Carpeaux parte da Antiguidade greco-latina, passa pelas expressões literárias da Idade Média e analisa o Renascimento e a Reforma. No segundo volume, o autor desta obra, que Carlos Drummond chamou “livro-chave essencial: a cada página suscita um problema, desvenda um significado, abre um caminho”, faz a exegese do Barroco e do Classicismo no mundo ocidental. Aqui estão analisados a poesia, o teatro, a epopéia e o romance picaresco, entre outros temas e autores, como Cervantes, Góngora, Shakespeare e Molière. Ainda no segundo volume, continua o estudo do neobarroco, o Classicismo racionalista, o pré-romantismo, os enciclopedistas e o que chama de O Último Classicismo (Classicismo Alemão, Alfieri, Chénier, Jane Austen).</p>
<p>O terceiro tomo refere-se à literatura do Romantismo até nossos dias. Um diversificado e denso estudo sobre as causas sociais e estéticas do Romantismo. Os grandes autores do período foram acuradamente estudados (um elenco incomparável e uma hermenêutica rigorosa). Nele também está incluído o nosso Romantismo com substancial contribuição para entendimento de autores brasileiros como José de Alencar, Castro Alves, Álvares de Azevedo e até mesmo o Machado de Assis da sua primeira fase, cunhada de romântica. Ainda neste terceiro volume, estão o Realismo e o Naturalismo e seu espírito de época. Balzac, Machado, Eça, Tolstói, Zola, Dostoiévski, Melville, Baudelaire, e mais Aluísio Azevedo, Augusto dos Anjos, Graça Aranha e Mário de Andrade, entre tantos autores, aqui são estudados para expressar um período de grande transformação social com o aparecimento do marxismo e das lutas sociais mais politizadas.</p>
<p>O último e quarto volume traz extensa análise sobre a atmosfera intelectual, social e literária do fin du siècle e o surgimento do Simbolismo e aquilo que o autor chama de “A época do equilíbrio europeu”. E, por fim, envereda pelas vanguardas do século XX e faz esboço das tendências contemporâneas. Carpeaux encerra assim sua obra monumental, grandiosa não somente pela extensão e abrangência de autores e estilos de época, mas também pela verticalidade com que analisa e aprofunda cada época, autor e assunto.</p>
<p>“Uma obra monumental”, classificou o escritor Herberto Sales, seu primeiro editor. Elogiado por Antonio Candido, Carlos Drummond de Andrade, Álvaro Lins, Aurélio Buarque de Holanda e inúmeros outros intelectuais e escritores, a História da literatura ocidental, de Otto Maria Carpeaux, é obra definitiva, enciclopédica e multidisciplinar que deve fazer parte de toda biblioteca que leva este nome.</p>
<p>Descrição física: Vol. I – 541 páginas; Vol. II – 1354 páginas; Vol. III – 2086 páginas; Vol. IV – 2879 páginas.</p>
<p>Edições do Senado Federal – Volumes 107-A, 107-B, 107-C e 107-D.</p>
<p>Uma das melhores notícias do ano que há pouco terminou foi a terceira edição da monumental História da Literatura Ocidental, de Otto Maria Carpeaux (1900-1978), lançada em quatro volumes pelas Edições do Senado Federal. Publicada originalmente em 1959, a obra foi elogiada e usada como referência por grandes críticos literários brasileiros, como Antonio Cândido, Álvaro Lins e Wilson Martins. O lançamento deve pôr fim às peregrinações, que se tornavam cada vez mais infrutíferas, de amantes da literatura pelos sebos em busca dessa obra. E o preço de R$ 200 deve também torná-la mais acessível, pois coleções completas de suas edições anteriores custam de R$ 500 a R$ 1.500.</p>
<p>Os quatro tomos da nova versão totalizam 2.879 páginas, além de outras 148 introdutórias, com a apresentação do poeta e escritor Ronaldo Costa Fernandes, um artigo do próprio Carpeaux sobre prefácios, fotografias, fac-símiles de laudas datilografadas com correções à mão e dois textos da primeira edição (Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1959, nove volumes), ambos suprimidos pelo autor na segunda (Rio de Janeiro, Alhambra, oito volumes).</p>
<p>Questões de método</p>
<p>Além do mérito intrínseco por ser a única obra do gênero em língua portuguesa — e uma das poucas no mundo —, História da Literatura Ocidental é fruto de um rigoroso trabalho metodológico cujo primeiro problema foi a delimitação de seu foco temático em sua multiplicidade. Como disse o próprio Carpeaux,</p>
<p>Para resolver o problema dessa multiplicidade, as obras de síntese coletivas justapõem simplesmente uma história separada da literatura italiana, uma da literatura francesa, uma da literatura inglesa, etc., etc.; evidentemente, isto não é síntese, e sim coleção incoerente. Daí não pode resultar jamais uma “história universal” da literatura universal. É necessário abolir as fronteiras nacionais para realizar a história da literatura européia (e americana).<br />
[Vol. I, p. 38]</p>
<p>Nessa parte da introdução, cuja redação teve pequenas alterações na segunda edição, Carpeaux ressalta que a história da literatura universal se divide em grandes períodos, cujos nomes são consagrados pelo uso — Idade Média, Renascença, Barroco, Ilustração, Romantismo, Realismo, Naturalismo, Simbolismo etc. — e que já na primeira metade do século XX, graças à evolução da análise estilística e ideológica, não eram mais clichês sem significação precisa.</p>
<p>O segundo problema de método da obra diz respeito à cronologia. A esse respeito, naquilo que consegui constatar, parece-me que Carpeaux esteve à altura dos desafios de seu empreendimento no plano histórico. Nada melhor que suas próprias palavras para esclarecê-lo:</p>
<p>A literatura não existe no ar, e sim no Tempo, no Tempo histórico, que obedece ao seu próprio ritmo dialético. A literatura não deixará de refletir esse ritmo — refletir, mas não acompanhar. Cumpre fazer essa distinção algo sutil para evitar aquele erro de transformar a literatura em mero documento das situações e transições sociais.<br />
[Vol. I, p. 39]</p>
<p>A terceira questão metodológica se refere á relação entre literatura e sociedade, que, como disse Carpeaux, não é de mera dependência, mas de dependência recíproca entre fatores espirituais (ideológicos e estilísticos) e materiais (estrutura social e econômica). Por traduzir ao longo de sua obra essa compreensão, o autor, em plena Guerra Fria, transcende a acirrada polarização entre direita e esquerda que já existia naquele período.</p>
<p>A literatura é, pois, estudada nas páginas seguintes como expressão estilística do Espírito objetivo, autônomo, e ao mesmo tempo como reflexo das situações sociais.<br />
[Vol. I, p. 40]</p>
<p>Incorreções e generalizações</p>
<p>Por mais rigorosos que tenham sido os critérios metodológicos acima apontados, são de se esperar algumas generalizações que podem tender à incorreção e à superficialidade. No entanto, chegam a ser decepcionantes, principalmente por partirem de quem teria se formado em filosofia, afirmações equivocadas como:</p>
<p>Tampouco os mitos platônicos são axiomas filosóficos; por isso, Platão os expôs em diálogos de índole literária, dramática, com a pretensão de criar uma Cidade e talvez uma religião, mas sem a pretensão de defender um sistema filosófico. Nunca, na Antigüidade, os diálogos de Platão foram citados como obras de filosofia racional. O grande criador de fórmulas filosóficas entre os gregos foi Aristóteles, do qual não pode tratar a história da literatura (…).<br />
[Vol. I, p. 78]</p>
<p>Ora, basta consultar as obras do próprio Aristóteles (384-322 a.C.) para constatar, logo entre os primeiros capítulos, que em várias delas esse discípulo de Platão (427-347 a.C.) se posicionou em relação ao pensamento de seu antigo mestre, entre elas Ethica Nicomachea, Metafísica, Poética e Sobre a Alma. Nesta última, no capítulo II, dedicado ao exame de teorias anteriores sobre o mesmo tema, a passagem 404b16-17 registra sua afirmação de que “no Timeu, Platão construiu a alma fora dos elementos”. O mesmo Timeu — que contém uma teoria da natureza e do conhecimento sobre ela —, ao qual Carpeaux se refere como uma alusão ao “mito historiografico do cotinente da Atlântida, que se perdeu como está se perdendo a Grécia”, com o mesmo simplismo que comenta outras obras como República, Parmênides, Sofista (Vol I, pp. 79-80).</p>
<p>Não bastasse o equívoco dessa interpretação, Carpeaux entra em contradição com ela ao se referir a aspectos filosóficos de outros autores, como Lourenço de Médici, o Magnífico (1449-1492), no qual aponta uma “luta íntima” entre o “supranaturalismo platônico e outro platonismo, nostálgico do idílio homérico” [Vol. I, p. 335].</p>
<p>Ainda a respeito de Lourenço, o autor corrigiu o erro, na primeira edição, de mencioná-lo como “o único príncipe que foi um grande poeta”, esquecendo-se de Charles d’Orléans (1394-1645), como bem observou Wilson Martins em sua resenha “A literatura ocidental”, no jornal O Estado de S. Paulo, em 3 de outubro de 1959, na qual foram apontados diversos deslizes. Carpeaux, diligentemente, procedeu na edição de 1978 a várias correções. Ainda que permaneçam alguns erros, não há como discordar do que afirmou Martins nessa mesma resenha:</p>
<p>Mas, incorreções e generalizações dessa natureza são inevitáveis em livros que cobrem matéria tão vasta e nem de longe chegam a afetar-lhes o valor de conjunto. O que importa é que Otto Maria Carpeaux haja “dominado” espiritualmente o assunto e tenha conseguido transmitir ao leitor uma “idéia” da literatura ocidental em sua especificidade e riqueza.<br />
[Wilson Martins, Pontos de Vista (Crítica Literária). São Paulo: T.A. Queiroz, 1992, volume 3, p. 511.]</p>
<p>Seleção de autores</p>
<p>Justamente por cobrir matéria tão vasta, uma obra como História da Literatura Ocidental não tem como ser completa a ponto de contentar a todos. Estranhei, por exemplo, a ausência de nomes de autores cujas obras tiveram repercussão em outras culturas, como o de Flávio Josefo (c. 37-100 d.C.), judeu assimilado ao mundo romano e escritor em língua grega, que escreveu A Guerra Judaica, Antiguidades Judaicas, Contra Ápion e outras obras.</p>
<p>Eventuais omissões, no entanto, são muito menos problemáticas que inclusões questionáveis do ponto de vista da universalidade dos autores, seja no que se refere à sua abordagem, seja em relação à repercussão de suas obras. Martins, por exemplo, ressaltou que, ao selecionar oito mil autores, Carpeaux “deixou-se dominar mais pelo espírito de erudição do que pelo espírito crítico. (…) há páginas e páginas desta História que lembram as velhas histórias da literatura brasileira com sua fastidiosa, inútil e injustificada enumeração de oradores sacros e poetas menores.” [Pontos de Vista, p. 509].</p>
<p>Independentemente de estas e outras observações, como ressaltou o próprio Wilson Martins,</p>
<p>É motivo de orgulho, para nós, que uma das mais completas, das mais sérias, das mais eruditas e das mais agudas dessas “histórias da Literatura Ocidental” tenha sido escrita no Brasil e por um brasileiro (…) Um brasileiro “ocidental”, para quem nada do que é humano e, notadamente, nada do que é literário, será estranho; o único brasileiro em condições de realizar esse trabalho, pois, sendo brasileiro, não deixou de ser europeu, vive conscientemente a condição de “cidadão da Europa”, que se torna cada vez mais rara desde a Renascença.</p>
<p>Filho de pai judeu e mãe católica, Otto Maria Karpfen nasceu e foi criado em meio à efervescência cultural de Viena, na Áustria, onde começou a estudar direito, mas redirecionou sua formação para a filosofia, física, sociologia e literatura comparada. Foi jornalista e trabalhou para o governo ditatorial do primeiro-ministro Engelbert Dolfuss (1892-1934) — assassinado numa tentativa de golpe nazista — e de seu sucessor Kurt Schuschnigg (1897-1977), deposto em 11 de março de 1938 na Anschluss (anexação) da Áustria ao III Reich.</p>
<p>Opositor aos nazistas, Karpfen fugiu para a Bélgica, onde ficou por cerca de um ano, e de lá  partiu em 1939 em uma viagem de navio, durante a qual estourou a II Guerra Mundial. Naturalizou-se brasileiro e afrancesou seu sobrenome. Mais detalhes sobre sua vida e obra desse grande intelectual, que se fixou aqui no Brasil na segunda metade de seus quase 78 anos, estão em artigos indicados a seguir.</p>
<p>• Jonas Lopes, “Ensaios Reunidos, de Otto Maria Carpeaux”, Gymnopedies, 26/08/2006.</p>
<p>• Sérgio Augusto, “O melhor presente que a Áustria nos deu”, Digestivo Cultural, 23/09/2002.</p>
<p>• Antonio Fernando Borges, “Otto Maria Carpeaux, o digno farejador do Universo”, Sapientiam Autem Non Vincit Malitia, s./d.</p>
<p>• José Maria e Silva, “A missão civilizatória de Otto Maria Carpeaux”, Opção, Goiânia, 08/11/1999.</p>
<p>• Olavo de Carvalho, “Carpeaux nos EUA”, Sapientiam Autem Non Vincit Malitia, 13/10/1999.</p>
<p>• Leandro Konder, “Otto Maria Carpeaux (1900-1978)”, Tribuna da Imprensa, 23/02/1990.</p>
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		<title>A ESCRITA DA HISTÓRIA</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 21:22:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Este livro representa um marco fundamental da moderna teorização sobre a natureza do fazer histórico. Ele foi concebido como uma série de estudos destinados a identificar as etapas-chaves da prática historiográfica e suas diferentes abordagens ao longo do tempo: historicista, semiótica, psicanalítica (freudiana), socioepistemológica. Michel de Certeau procura caracterizar aqui as operações que regulam a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este livro representa um marco fundamental da moderna teorização sobre a natureza do fazer histórico. Ele foi concebido como uma série de estudos destinados a identificar as etapas-chaves da prática historiográfica e suas diferentes abordagens ao longo do tempo: historicista, semiótica, psicanalítica (freudiana), socioepistemológica. Michel de Certeau procura caracterizar aqui as operações que regulam a escrita da história: a fabricação de um objeto, a organização do tempo, o trabalho de ocultação/deturpação do sentido, a encenação de um relato.</p>
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		<title>1808 (Ilustrado)</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 13:15:24 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A fuga da família real portuguesa para o Rio de Janeiro ocorreu num dos momentos mais apaixonantes e revolucionários do Brasil, de Portugal e do mundo. Guerras napoleônicas, revoluções republicanas, escravidão formaram o caldo no qual se deu a mudança da corte portuguesa e sua instalação no Brasil. O propósito deste maravilhoso livro, resultado de dez anos de investigação jornalística, é resgatar e contar de forma acessível a história da corte lusitana no Brasil e tentar devolver seus protagonistas à dimensão mais correta possível dos papéis que desempenharam duzentos anos atrás. Escrita por um dos mais influentes jornalistas da atualidade, 1808 é o relato real e definitivo sobre um dos principais momentos da história brasileira.</p>
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		<title>05 livros de historia</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 15:06:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[a-Georges Duby &#8211; As Tres Ordens ou o Imaginario do Feudalismo (pdf)(rev).zip b-Alain Gresh &#8211; Israel_ Palestina Verdades sobre um Conflito(pdf)(rev).zip c-Jose Mattoso &#8211; A Identidade Nacional (pdf)(rev).zip d-Goffrey Blainey &#8211; Uma Breve Historia do Mundo.pdf e-Jean-Claude Schmitt &#8211; Os Vivos e os Mortos na Sociedade Medieval(pdf)(rev).zip]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>a-Georges Duby &#8211; As Tres Ordens ou o Imaginario do Feudalismo (pdf)(rev).zip<br />
b-Alain Gresh &#8211; Israel_ Palestina Verdades sobre um Conflito(pdf)(rev).zip<br />
c-Jose Mattoso &#8211; A Identidade Nacional (pdf)(rev).zip<br />
d-Goffrey Blainey &#8211; Uma Breve Historia do Mundo.pdf<br />
e-Jean-Claude Schmitt &#8211; Os Vivos e os Mortos na Sociedade Medieval(pdf)(rev).zip</p>
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		<title>03 livros de história</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 15:04:21 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>a-Michel de Certeau &#8211; A Escrita da Historia (pdf)(rev).zip<br />
b-Historia das ideias e movimentos anarquistas &#8211; Vol. 1.pdf<br />
Historia das ideias e movimentos anarquistas &#8211; Vol. 2.pdf</p>
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		<title>As três Ordens ou o Imaginário do Feudalismo?</title>
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		<pubDate>Sun, 17 May 2009 12:34:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No século XVII, a ordem social ou ordem política na França era definida por três palavras &#8211; Clero, Nobreza e o Terceiro Estado. Três \&#8217;estados\&#8217;, três categorias estabelecidas, estáveis, três divisões hierarquizadas. Nesta obra, Georges Duby compara textos significativos para a época, como o Tratado das Ordens de Loyseau e textos anteriores a este, como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No século XVII, a ordem social ou ordem política na França era definida por três palavras &#8211; Clero, Nobreza e o Terceiro Estado. Três \&#8217;estados\&#8217;, três categorias estabelecidas, estáveis, três divisões hierarquizadas. Nesta obra, Georges Duby compara textos significativos para a época, como o Tratado das Ordens de Loyseau e textos anteriores a este, como os de Gerardo de Cambrai e de Adalberão de Laon, procurando mostrar como essa imagem social sob a forma de trifuncionalidade foi construída na França e qual ideologia ela carregava. A obra está dividida em quatro partes &#8211; Campo de Investigação, Circunstâncias, Eclipse e Ressurgência.</p>
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		<title>audioaula &#8211; Café Filosófico: Série Mitos &#8211; Medusa e Perseu &#8211; Imaginação e Maldição &#8211; MP3?</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Apr 2009 19:23:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Carlos Byington e Maria Helena Guerra]]></category>

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		<description><![CDATA[Série Mitos &#8211; Medusa e Perseu &#8211; Imaginação e Maldição &#8211; Carlos Byington e Maria Helena Guerra O desafio de Perseu é trazer ao seu reino a cabeça da terrível Medusa. A face transfigurada da Medusa é a imagem da loucura de quem petrifica a imaginação e paralisa o amor. Quem de nós é capaz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Série Mitos &#8211; Medusa e Perseu &#8211; Imaginação e Maldição &#8211; Carlos Byington e Maria Helena Guerra<br />
O desafio de Perseu é trazer ao seu reino a cabeça da terrível Medusa. A face transfigurada da Medusa é a imagem da loucura de quem petrifica a imaginação e paralisa o amor. Quem de nós é capaz de olhar de frente a psicose sem enlouquecer também? No fundo da doença mental, porém, está a imaginação aprisionada. Um mito onde imaginação e loucura se encontram, e onde no mais tenebroso pode estar o mais criativo</p>
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		<title>*História do Cinema Mundial</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Sep 2008 19:28:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[O livro concretiza uma proposta inédita no cenário brasileiro: apresentar um panorama horizontal da produção internacional dessa forma narrativa que chamamos &#8220;cinema&#8221;. A aposta na dimensão diacrônica tem seus predicados. Percorrer esse livro é deparar-se constantemente com a efervescência das tradições que reivindicaram para si o estatuto de cinematográficas. O cinema das origens, o cinema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O livro concretiza uma proposta inédita no cenário brasileiro: apresentar um panorama horizontal da produção internacional dessa forma narrativa que chamamos &#8220;cinema&#8221;. A aposta na dimensão diacrônica tem seus predicados. Percorrer esse livro é deparar-se constantemente com a efervescência das tradições que reivindicaram para si o estatuto de cinematográficas. O cinema das origens, o cinema clássico, o diálogo criativo do cinema com o construtivismo, o expressionismo, o surrealismo, as particularidades da vanguarda cinematográfica chamada impressionista, o cinema realista e seu coroamento no neo-realismo, a chegada da modernidade com a Nouvelle Vague, os novos cinemas, o retorno de Hollywood, os grandes autores e as grandes personalidades da história do cinema, o pós-modernismo e o cinema documentário: o cinema no século XX é o universo que esse livro se propõe a discutir &#8211; de partida, um desafio elevado. (Texto baseado na Apresentação de Fernão Pessoa Ramos)</p>
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		<title>*História do Amor no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 21:14:23 +0000</pubDate>
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		<title>O QUE Ideologia</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 18:20:20 +0000</pubDate>
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