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	<title>Arca Literária &#187; Contos e Crônicas Estrangeiros</title>
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		<title>*Desventuras em Série: o Espetáculo Carnívoro &#8211; vol. 9</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 15:33:53 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>No princípio de mais um episódio funesto de suas penosas existências, Violet, Klaus e Sunny Baudelaire se encontram no porta-malas de um carro preto. Qualquer pessoa que não seja um pacote ou uma mala preferiria viajar confortavelmente instalado no banco do passageiro, mas os órfãos Baudelaire não têm escolha. Quando refugiaram-se no bagageiro desse carro sinistro, eles escapavam de uma situação ainda pior.<br />
As três crianças encontram-se na &#8220;barriga da fera&#8221;, o que vale dizer que estão numa enrascada. Ao volante do automóvel está o ganancioso Conde Olaf, um vilão traiçoeiro que, desde que os Baudelaire perderam os pais num incêndio, vem perseguindo os três com o objetivo de se apossar da fortuna herdada por eles. Até aqui, felizmente, ele foi mal-sucedido.<br />
Além de se safar dessa armadilha, em O espetáculo carnívoro Violet, Klaus e Sunny Baudelaire terão de escapar do Parque Caligari e enfrentar uma multidão indócil. Tudo isso para tentar localizar o dossiê Snicket e decifrar a sigla C.S.C., que pode confirmar se um dos pais das crianças realmente sobreviveu ao terrível incêndio.<br />
Pseudônimo do escritor Daniel Handler, Lemony Snicket se tornou um fenômeno editorial em todo o mundo. Snicket homenageia Edgar Allan Poe e Charles Baudelaire, pais da literatura de mistério e da poesia simbolista, subvertendo os padrões bem comportados da literatura infanto-juvenil para compor uma saga engraçada e arrepiante. </p>
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		<title>*Desventuras em Série: a Cidade Sinistra dos Corvos &#8211; vol. 7</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 15:29:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os irmãos Baudelaire não conseguem acreditar no que lêem na primeira página do jornal. Uma reportagem informa que o pérfido Conde Olaf raptou não apenas os irmãos Duncan e Isadora Quagmire, mas também Esmé Squalor. O texto não poderia ser mais enganoso: Esmé tinha sido tutora das crianças recentemente, e os Baudelaire sabem muito bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os irmãos Baudelaire não conseguem acreditar no que lêem na primeira página do jornal. Uma reportagem informa que o pérfido Conde Olaf raptou não apenas os irmãos Duncan e Isadora Quagmire, mas também Esmé Squalor. O texto não poderia ser mais enganoso: Esmé tinha sido tutora das crianças recentemente, e os Baudelaire sabem muito bem que o Conde Olaf nunca a seqüestraria. Olaf e Esmé são na verdade aliados num plano maligno para se apropriar da fortuna das três crianças.<br />
Violet, catorze anos, é a mais velha dos irmãos Baudelaire, os órfãos mais desafortunados do mundo. Klaus, o irmão do meio, tem treze anos e já leu mais livros do que qualquer criança de sua idade. Sunny, a mais nova, é um bebê pouco maior do que uma melancia. Assim como os irmãos Duncan e Isadora, as crianças Baudelaire perderam os pais num incêndio, e a amizade com os Quagmire era praticamente o único acontecimento feliz que havia acontecido nas suas vidas desde que ficaram órfãos.<br />
Nessa nova desventura eles terão de se haver com mais uma providência desastrada do sr. Poe, um executivo de banco que tinha sido o primeiro tutor dos Baudelaire e ainda cuidava da fortuna dos irmãos. O sr. Poe decide inscrevê-los num programa de adoção de menores, em que toda uma cidade se responsabiliza por crianças que tenham perdido os pais. O programa tem um slogan amedrontador: &#8220;É preciso uma cidade para educar uma criança&#8221;. Violet, Klaus e Sunny são mandados para a apavorante cidade de C.S.C. e assim tem início mais um lamentável episódio da tenebrosa existência dos Baudelaire. </p>
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		<title>*Desventuras em Série: O Elevador Ersatz 6</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 15:27:49 +0000</pubDate>
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		<title>*Desventuras em Série: Inferno no Colégio Interno &#8211; vol. 5</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 14:03:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nada de aventuras emocionantes com final feliz: Violet, Klaus e Sunny Baudelaire são legais e inteligentes, mas a vida deles está repleta de má sorte e infelicidade. Em Inferno no colégio interno, os três irmãos enfrentam caranguejos, provas hiper-rigorosas e os castigos de um internato. O colégio se transformou em mais um desastroso episódio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nada de aventuras emocionantes com final feliz: Violet, Klaus e Sunny Baudelaire são legais e inteligentes, mas a vida deles está repleta de má sorte e infelicidade. Em Inferno no colégio interno, os três irmãos enfrentam caranguejos, provas hiper-rigorosas e os castigos de um internato.<br />
O colégio se transformou em mais um desastroso episódio de suas vidas horríveis. Desta vez, eles precisam escapar de fungos gotejantes e assistir a recitais de violinos, além de entender o complicado sistema métrico e suportar os exercícios de D.O.R. Violet, Klaus e Sunny têm o poder de atrair desgraças.<br />
Quem gosta de histórias alegres não deve nem abrir este livro, avisa o autor, pois as histórias dos Baudelaire são sempre uma desventura pior do que a outra. </p>
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		<title>*Desventuras em Série: Serraria Baixo-Astral &#8211; vol. 4</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 13:58:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na opinião de Lemony Snicket, &#8220;de todos os volumes que contam a vida infeliz dos órfãos Baudelaire, Serraria baixo-astral talvez seja o mais triste até agora&#8221;. Alto-Astral é o nome da serraria que serve de cenário para as novas calamidades que Klaus, Violet e Sunny serão obrigados a viver. Trata-se de uma &#8220;ironia do destino&#8221;, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na opinião de Lemony Snicket, &#8220;de todos os volumes que contam a vida infeliz dos órfãos Baudelaire, Serraria baixo-astral talvez seja o mais triste até agora&#8221;. Alto-Astral é o nome da serraria que serve de cenário para as novas calamidades que Klaus, Violet e Sunny serão obrigados a viver. Trata-se de uma &#8220;ironia do destino&#8221;, pois ali, no meio daquelas árvores derrubadas, daquelas enormes toras de madeira, o que as três crianças vão encontrar é mais uma coleção de coisas horripilantes, tais como uma gigantesca pinça mecânica, bifes do tipo sola de sapato, uma hipnotizadora e um homem com uma nuvem de fumaça no lugar da cabeça. A vida dos Baudelaire é mesmo muito diferente da vida da maioria das pessoas, &#8220;a diferença principal estando no grau de infelicidade, horror e desespero&#8221;&#8230;<br />
Diante desse quadro, algum leitor desavisado pode desconfiar: &#8220;Como é que alguém vai se divertir com um livro desses, se as personagens não param de sofrer?!&#8221;. A pergunta faz sentido, mas é justamente aí que descobrimos um dos melhores segredos de Lemony Snicket, pseudônimo do americano Daniel Handler. Ele leva o exagero às raias do absurdo, faz o realismo perder feio para o mais deslavado faz-de-conta e o resultado não poderia ser outro: um jogo literário incessantemente bem-humorado. </p>
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		<title>*Desventuras em Série: o Lago das Sanguessugas &#8211; vol. 3</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 13:57:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O misterioso autor das Desventuras em Série não só alcançou a lista de best-sellers infanto-juvenis do New York Times, como conseguiu entrar em todas as outras principais referências de vendagem americanas. Com sua estranha franqueza, na contracapa deste livro ele manda um recado a seus possíveis leitores: Caro leitor, Se você ainda não leu nada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O misterioso autor das Desventuras em Série não só alcançou a lista de best-sellers infanto-juvenis do New York Times, como conseguiu entrar em todas as outras principais referências de vendagem americanas. Com sua estranha franqueza, na contracapa deste livro ele manda um recado a seus possíveis leitores:<br />
Caro leitor,<br />
Se você ainda não leu nada sobre os órfãos Baudelaire, é preciso que antes mesmo de começar a primeira frase deste livro fique sabendo o seguinte: Violet, Klaus e Sunny são legais e superinteligentes, mas a vida deles, lamento dizer, está repleta de má sorte e infelicidade. Todas as histórias sobre essas três crianças são uma tristeza e uma verdadeira desgraça, e a que você tem nas mãos talvez seja a pior de todas. Se você não tem estômago para engolir uma história que inclui um furacão, uma invenção para sinalizar pedidos de socorro, sanguessugas famintas, caldo frio de pepinos, um horrendo vilão e uma boneca chamada Perfeita Fortuna, é provável que se desespere ao ler este livro. Continuarei a registrar essas histórias trágicas, pois é o que sei fazer. Cabe a você, no entanto, decidir se verdadeiramente será capaz de suportar esta história de horrores.</p>
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		<title>*Desventuras em Série: a Sala dos Répteis &#8211; vol. 2</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 13:55:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Lemony Snicket é um autor que não pode ser acusado de falta de franqueza. Sabe que nem todo mundo suporta as tristezas que ele conta e por isso &#8211; para que depois ninguém reclame &#8211; faz questão de avisar: &#8220;Se você esperava encontrar uma história tranqüila e alegre, lamento dizer que escolheu o livro errado. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lemony Snicket é um autor que não pode ser acusado de falta de franqueza. Sabe que nem todo mundo suporta as tristezas que ele conta e por isso &#8211; para que depois ninguém reclame &#8211; faz questão de avisar: &#8220;Se você esperava encontrar uma história tranqüila e alegre, lamento dizer que escolheu o livro errado. A história pode parecer animadora no início, quando os meninos Baudelaire passam o tempo em companhia de alguns répteis interessantes e de um tio alto-astral, mas não se deixem enganar&#8230;&#8221;.<br />
Os Baudelaire têm mesmo uma incrível má sorte, mas pode-se afirmar que a vida deles seria bem mais fácil se não tivessem de enfrentar o tempo todo as armadilhas de seu arquiinimigo: o conde Olaf, um homem revoltante, gosmento e pérfido. Em Mau Começo ele deu uma pequena amostra do que é capaz de fazer para infernizar a vida de Violet, Klaus e Sunny Baudelaire &#8211; e aqui as coisas só pioram.</p>
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		<title>*Desventuras em Série: Mau Começo &#8211; vol. 1</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 13:53:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Literatura Estrangeira]]></category>

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		<title>*ONDE PASSAR A NOITE? (Conto)</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 18:02:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Foi há muito tempo, em Novembro de 1456. A neve caía sobre Paris com uma rigorosa e implacável persistência; de onde em onde o vento fazia uma sortida e derramava-a em vertiginosos remoinhos; depois voltava uma trégua e os flocos punham-se a cair uns atrás dos outros no negrume da noite, silenciosos, tortuosos, intermináveis. Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi há muito tempo, em Novembro de 1456. A neve caía sobre Paris com uma rigorosa e implacável persistência; de onde em onde o vento fazia uma sortida e derramava-a em vertiginosos remoinhos; depois voltava uma trégua e os flocos punham-se a cair uns atrás dos outros no negrume da noite, silenciosos, tortuosos, intermináveis. Os pobres que contemplavam a neve, olhando-a por debaixo das sobrancelhas humedecidas, pareciam perguntar-se a si mesmos de onde é que tudo aquilo viria&#8230;</p>
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		<title>A CIDADE INTEIRA DORME</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 17:18:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ceica.ssa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ray Bradbury]]></category>

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		<description><![CDATA[A cidade inteira dorme, coletânea de treze contos dos mais representativos do prolífico e premiado Ray Bradbury, em tradução de Deisa Chamahum Chaves e com prefácio de Carlos Vogt. Ray Bradbury não gosta de ser referido como autor de ficção científica. E por um bom motivo: ele não é um autor de ficção científica. Ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade inteira dorme, coletânea de treze contos dos mais representativos do prolífico e premiado Ray Bradbury, em tradução de Deisa Chamahum Chaves e com prefácio de Carlos Vogt. Ray Bradbury não gosta de ser referido como autor de ficção científica. E por um bom motivo: ele não é um autor de ficção científica. Ao menos segundo o senso comum sobre o gênero, baseado em fantasias futuristas nas quais a descrição dos artefatos, da tecnologia, é fundamental. Ao contrário, em Bradbury o fundamental é a condição humana de seus personagens. Neste sentido, ele é uma espécie de Georges Simenon, vulgarmente tido por autor policial quando é, de fato, um romancista psicológico. Enquanto Bradbury é, afinal, um autor político. Não por acaso, seu livro mais justamente famoso, Farenheit 451 (filmado por Truffaut), forma, ao lado de 1984 de Orwell e de Admirável mundo novo de Huxley, a grande trilogia sobre a distopia (ou anti-utopia) moderna. Bradbury é, ainda, um mestre da história curta. Por fim, é um grande escritor, que usualmente funde a descrição mais detalhista às metáforas mais surpreendentes. A síntese de todas essas características pode ser vista em contos como O pedestre, desta coletânea (pp. 160-166). Um homem caminha à noite pelas ruas de uma cidade qualquer. O inusitado é que não há absolutamente nada e ninguém nessas ruas: ninguém sai de casa à noite. Não por medo, pois não há mais crimes. Mas, conforme fica subentendido, porque a vida social perdeu todo o sentido. Apenas esse homem sai à noite para caminhar sozinho (a descrição inicial, de seus passos silenciosos, com os pés calçados de tênis, e do ar frio entrando em seus pulmões, é simplesmente magistral). O único aspecto tecnológico do conto é um carro de polícia-robô (o único da cidade pacificada, aliás), que o interpela e o prende, por ele demonstrar tendências regressivas em seu hábito noturno. Mais uma vez como Simenon, que usa a investigação de um crime como o caminho mais curto para a descrição psicológica de seus personagens, Bradbury utiliza o futuro (O pedestre se passa em 2053) para apresentar tipos humanos em situações-limite, por um lado, e por outro, para fazer uma crítica não panfletária, mas política no sentido mais lato, de certas características do mundo contemporâneo. Numa síntese rara entre imaginação, maestria literária, humanismo e, conforme destaca Carlos Vogt no prefácio, melancolia</p>
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