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	<title>Arca Literária &#187; Contos e Crônicas Nacionais</title>
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		<title>*Desventuras em Série: o Hospital Hostil &#8211; vol. 8</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 15:31:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ceica.ssa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Contos e Crônicas Nacionais]]></category>

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		<description><![CDATA[Um período especialmente infeliz se anuncia nas vidas aflitivas de Violet, Klaus e Sunny Baudelaire. Durante uma tenebrosa e exaustiva caminhada noturna, eles param diante do Armazém Geral Última Chance e decidem entrar para pedir ajuda. Eles não podem recorrer aos pais (pois os perderam num incêndio), nem à polícia (que estava entre seus perseguidores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um período especialmente infeliz se anuncia nas vidas aflitivas de Violet, Klaus e Sunny Baudelaire. Durante uma tenebrosa e exaustiva caminhada noturna, eles param diante do Armazém Geral Última Chance e decidem entrar para pedir ajuda.<br />
Eles não podem recorrer aos pais (pois os perderam num incêndio), nem à polícia (que estava entre seus perseguidores noturnos), tampouco a conhecidos (pois os irmãos têm conhecidos demais, o que é quase o mesmo que não ter nenhum).<br />
Depois da morte dos pais no incêndio, Violet, Klaus e Sunny se vêem sob os cuidados de inúmeros tutores, alguns deles cruéis, como o ganancioso e traiçoeiro Conde Olaf, o vilão que é o verdadeiro responsável por eles estarem ali, totalmente sozinhos no meio da noite, em frente ao Armazém.<br />
Violet, Klaus e Sunny resolvem passar um telegrama para o sr. Poe, um banqueiro que fora encarregado de cuidar dos órfãos. O sr. Poe nunca se mostrou especialmente eficaz, mas pelo menos ele não era cruel, não tinha sido assassinado nem era o Conde Olaf, e essas parecem ser razões suficientes para contatá-lo.<br />
Além de se safar de terríveis enrascadas, os Baudelaire ainda terão de suportar a estada no sinistro Hospital Heimlich e provar que não são cruéis assassinos. Esse é apenas o começo de páginas e páginas de situações desesperadoras, que contêm detalhes opressivos como um desconfiado dono de armazém, uma cirurgia desnecessária, um sistema de intercomunicadores, uma anestesia e balões em forma de coração. </p>
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		<title>Fala serio, amor!</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 18:16:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>monnanunes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Contos e Crônicas Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Infanto-juvenil]]></category>

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		<description><![CDATA[Em \&#8217;Fala sério, amor!\&#8217;, Malu, a Maria de Lourdes, moradora da Tijuca, filha da Ângela Cristina, está de volta para contar suas descobertas amorosas desde a infância até o fim da adolescência. E a menina está afiada. Os \&#8217;ficantes\&#8217;, os rolos passageiros, o namorado grudento, o ciumento, os doidos que aparecem pelo caminho, os fofos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em \&#8217;Fala sério, amor!\&#8217;, Malu, a Maria de Lourdes, moradora da Tijuca, filha da Ângela Cristina, está de volta para contar suas descobertas amorosas desde a infância até o fim da adolescência. E a menina está afiada. Os \&#8217;ficantes\&#8217;, os rolos passageiros, o namorado grudento, o ciumento, os doidos que aparecem pelo caminho, os fofos, os pais dos namorados, os seus pais e os namorados&#8230; ela sempre tem uma boa história para contar. Sorte das leitoras, que certamente vão se identificar com as muitas alegrias e furadas em que a Malu já se meteu e rir junto com ela. O primeiro namoro da Malu foi aos sete anos, nada de beijinhos, apenas olhares apaixonados e mãozinhas dadas no recreio. Há episódios impagáveis do início ao fim. Como o namorado que pega a Malu depilando o buço em casa com um cera de farmácia. E o que dizer dos meninos que insistem em falar com a namorada com voz de neném? A Malu simplesmente de-tes-ta ser chamada de \&#8217;pinxeja\&#8217; e afins. E por aí vai. Espirituosa e bem-humorada, a protagonista divide com as leitoras suas experiências nem sempre agradáveis com os meninos e a eterna vontade de beijar muito, ser feliz e encontrar o par perfeito. A narrativa é fluida e envolvente e as crônicas vão se encadeando de uma forma que sempre dá aquela vontade de \&#8217;ler só mais essa, mais uma, e outra&#8230;\&#8217;.   </p>
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		<title>Opositor, O</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 16:43:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gecoelho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Contos e Crônicas Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Fernando Veríssimo]]></category>

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		<description><![CDATA[Quarto volume da coleção Cinco Dedos de Prosa, O Opositor é narrado com o humor inteligente que consagrou Luís Fernando Veríssimo como um dos mais importantes autores do Brasil. Cada vez mais habilidoso nas suas crônicas diárias, publicadas em vários jornais do país, neste livro Veríssimo apresenta uma novela de suspense &#8211; engenhosa, alegórica, irresistível. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quarto volume da coleção Cinco Dedos de Prosa, O Opositor é narrado com o humor inteligente que consagrou Luís Fernando Veríssimo como um dos mais importantes autores do Brasil. Cada vez mais habilidoso nas suas crônicas diárias, publicadas em vários jornais do país, neste livro Veríssimo apresenta uma novela de suspense &#8211; engenhosa, alegórica, irresistível. Um jornalista de São Paulo vai a Manaus fazer uma reportagem sobre plantas alucinógenas &#8211; e em pouco tempo , e sem se dar conta, vai imergir num abismo, um enredo de suspense, de onde talvez só possa sair quando chegar a um afluente de um afluente de um afluente de um afluente do rio Negro. Entre xícaras estonteantes de chauasca e carícias não menos desconcertantes de Serena &#8211; a mulher metade dinamarquesa, metade índia, que teve os dois polegares decepados &#8211; o nosso herói vai descobrir na Amazônia prazeres insuspeitados. Já seduzido pelos encantos de Serena, ele conhece Jósef Teodor, o Polaco &#8211; o motivo que faltava para que peça ao jornal mais tempo para realizar sua pesquisa em Manaus. Muito alto, de cabelos desalinhados em chamas, Polaco há anos não sai do bar nem larga a cadeira que elegeu como pátria. É naquele bar, uma metáfora divertida do Brasil, que o narrador vai ouvir pela a primeira vez a história misteriosa de Polaco. Ele seria um dos Opositores, ou Apagadores, ligados ao grupo Meierhoff, o mais poderoso do mundo. A eles, os Opositores, cabia liquidar quem ameaçasse a supremacia do grupo.</p>
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		<title>Orgias</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 16:39:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gecoelho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Luis Fernando Verissimo mergulha nas tentações e prazeres humanos e ensina: perder o controle é preciso e saudável! Se civilização é autocontrole, orgia é a festa ao contrário, a festa do excesso, a euforia sem limite protocolar. Bem, existem orgias e orgias &#8211; e é desses vários patamares de prazer e tentações que Luis Fernando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Luis Fernando Verissimo mergulha nas tentações e prazeres humanos e ensina: perder o controle é preciso e saudável!<br />
Se civilização é autocontrole, orgia é a festa ao contrário, a festa do excesso, a euforia sem limite protocolar. Bem, existem orgias e orgias &#8211; e é desses vários patamares de prazer e tentações que Luis Fernando Verissimo fala neste livro.<br />
A chegada do reveillon e a sucessão de festas de fim de ano são orgiásticas, a seu modo, quando revertem a posição que normalmente todos ocupam, nos escritórios, para se encenarem como festas em que é preciso desreprimir, festejar, de igual para igual, o ano que se foi e o que virá &#8211; quando evidentemente seremos melhores, marcaremos a ida ao dentista e vamos parar de fumar. Enquanto isso, a festa pré-final de ano ganha seu caráter libertário e, às vezes, libertino também.<br />
Bebida, dança, comida &#8211; com fartura. Acontece assim também no carnaval, em que a troca do dia pela noite é apenas um indício a mais de uma certa loucura coletiva, uma inversão de papéis e sinais. Neste caso, mesmo que você não esteja na orgia da avenida, desfilando com os peitos nus, todas as imagens do samba e da festa vão te assaltar &#8211; e ninguém é assaltado impunemente.<br />
Os anjos de nossa vida, nossas queridas crianças, sabem, e como, fazer uma bela orgia &#8211; experimente deixá-las à vontade numa festa de aniversário, e neste cenário podem se parecer até com os tais anões besuntados, que Verissimo aposta terem sido obrigatórios nas primeiras orgias romanas. As gregas eram em homenagem ao deus Dionísio, e também se caracterizavam pela perda generalizada de controle</p>
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		<title>Clube dos Anjos: Gula, O</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 16:34:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Dez amigos reúnem-se desde a adolescência em jantares mensais. São 21 anos em nome dos prazeres da mesa, bebendo e comendo bem. Um certo dia, no entanto, surge um novo cozinheiro com receitas incomparáveis, dando à história nuances de suspense. Um júri formado por profissionais de bibliotecas de Nova York colocou este livro de Veríssimo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dez amigos reúnem-se desde a adolescência em jantares mensais. São 21 anos em nome dos prazeres da mesa, bebendo e comendo bem. Um certo dia, no entanto, surge um novo cozinheiro com receitas incomparáveis, dando à história nuances de suspense. Um júri formado por profissionais de bibliotecas de Nova York colocou este livro de Veríssimo na lista dos 25 melhores livros da Literatura Mundial.</p>
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		<title>As Mentiras que os Homens Contam</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 16:33:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Todo mundo mente. Mas, na maioria das vezes, mentimos por necessidade, para proteger os amigos, os familiares, as amantes&#8230; Fazemos tudo para poupar as pessoas e proteger as mulheres. As crônicas divertidas retratam o cotidiano dos casais e as &#8220;pequenas&#8221; mentiras usadas para evitar a desarmonia no lar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo mundo mente. Mas, na maioria das vezes, mentimos por necessidade, para proteger os amigos, os familiares, as amantes&#8230; Fazemos tudo para poupar as pessoas e proteger as mulheres. As crônicas divertidas retratam o cotidiano dos casais e as &#8220;pequenas&#8221; mentiras usadas para evitar a desarmonia no lar.</p>
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		<title>Comédias para se Ler na Escola</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 16:32:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Segundo livro da série Ver!ssimo, que vai relançar toda a obra do autor. A coletânea de crônicas escolhidas por Ana Maria Machado traz o universo das histórias e personagens de Veríssimo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo livro da série Ver!ssimo, que vai relançar toda a obra do autor. A coletânea de crônicas escolhidas por Ana Maria Machado traz o universo das histórias e personagens de Veríssimo.</p>
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		<title>Óbvio Ululante, O</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 16:29:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[NELSON RODRIGUES]]></category>

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		<description><![CDATA[Os textos que resultaram em O Óbvio Ululante são um mergulho do autor em sua própria história e foram publicados entre 1967/68. Parágrafos de ritmo peculiar, referências cotidianas e banais, mistura de permanência e efemeridade e freqüentes digressões, raramente encontradas em páginas de literatura pura. Nelson, óbvio. Rodrigues, ululante]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os textos que resultaram em O Óbvio Ululante são um mergulho do autor em sua própria história e foram publicados entre 1967/68. Parágrafos de ritmo peculiar, referências cotidianas e banais, mistura de permanência e efemeridade e freqüentes digressões, raramente encontradas em páginas de literatura pura. Nelson, óbvio. Rodrigues, ululante</p>
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		<title>*Valsa Nº 6</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 16:26:50 +0000</pubDate>
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		<title>Falecida, A</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 16:25:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A obra teatral de Nelson Rodrigues exibe o olhar irônico e satírico deste dramaturgo genial sob re um país e uma sociedade em transformação vertiginosa. Nas 17 peças que escreveu ao longo de sua carreira, ele inaugurou e consolidou o modernismo no teatro brasileiro. A falecida conta a história de uma mulher frustrada do subúrbio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A obra teatral de Nelson Rodrigues exibe o olhar irônico e satírico deste dramaturgo genial sob re um país e uma sociedade em transformação vertiginosa. Nas 17 peças que escreveu ao longo de sua carreira, ele inaugurou e consolidou o modernismo no teatro brasileiro. A falecida conta a história de uma mulher frustrada do subúrbio carioca, a tuberculosa Zulmira, que não tem mais expectativas na vida. Pobre e doente, sua única ambição é um enterro luxuoso. Zulmira quer se vingar dos ricos e, principalmente, de Glorinha, sua prima e vizinha, que não lhe cumprimenta mais. Mas o marido dá a ela um desfecho completamente diferente. A falecida estreou em 1953 com uma originalidade que atraiu a atenção de público e crítica -a multiplicidade de cenários: num espaço vazio, o único objeto fixo eram as cortinas, e os próprios atores moviam cadeiras e outros acessórios pelo palco.</p>
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